quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Velho Chico: Afrânio atira e dá uma surra em Carlos Eduardo

Velho Chico: Afrânio atira e dá uma surra em Carlos Eduardo - Velho Chico/TV Globo
Afrânio (Antônio Fagundes) se volta contra Carlos (Marcelo Serrado) na reta final de Velho Chico, novela exibida na Globo na faixa das 21h.

Certo de que o deputado matou Martim (Lee Taylor), o coronel o procura e atira no genro.

Santo (Domingos Montagner) decide entregar a Afrânio as fotos que o dono da pousada deixou na casa de Bento (Irandhir Santos). O coronel procura Carlos, dá logo um tiro para o alto e pergunta o que ele fez a Martim. O deputado se assusta e Afrânio lhe dá uma violenta coronhada e o suspende pelo colarinho, mirando seus olhos.

"Não atirei em Martim... pelo amor de Deus... ele pode ser um maluco, mas Martim e eu somos quase... quase como irmãos!", responde.

Afrânio atira Carlos ao chão e aponta a arma para ele outra vez, com sangue nos olhos.

"É a última vez que pergunto Carlos: cadê meu filho?!?".

Carlos se levanta, um pouco dono de si.

"Baixe essa arma, coronel... o senhor não vê o papel que está representando? O senhor está nervoso com isso. Todos estamos, eu também estou. Mas sei que o senhor não vai atirar... então é melhor acabar com essa farsa...", diz.

Afrânio aperta o gatilho e ouve-se o estampido. Carlos está lívido. Demora a abrir os olhos e se deparar com o tiro cravado a poucos dedos de sua cabeça.

"Meu Deus! O senhor enlouqueceu? O que é isso?", pergunta o deputado.

Afrânio joga as fotos sobre Carlos.

"O começo do inferno que vai sê tua vida se não dissé onde tá meu filho!", diz.

Carlos sente um frio correr a espinha. Maquina o que pode na velocidade do pensamento e pergunta quem deu isso a ele.

"Não interessa quem deu. O que interessa é que são as últimas foto de Martim!", responde.

Carlos dissimula.

"Quem lhe disse que foi Martim que fotografou? Foi ele que lhe mandou? Foi ele quem disse?".

Afrânio se irrita, pergunta onde está o filho e Carlos se assusta.

"Não sei! Essa foto pode ter sido tirada por qualquer um, coronel... e, se foi tirada por Martim, é bom mesmo que ele não apareça... pra mim e pro senhor também!", diz.

"Num me tente Carlos Eduardo...", diz Afrânio, com ódio.

Carlos tenta dissimular o medo.

"O senhor está sendo manobrado por alguém que tirou essa foto... Se isso vier a público...", responde o deputado.

Afrânio deita a mira em Carlos outra vez.

"Fale a verdade ou num diga mais uma palavra!".

Carlos, então, o enfrenta.

"O senhor não vai atirar".

Afrânio fala que já atirou uma vez.

"O senhor não é um assassino, coronel. Eu lhe conheço, o senhor se conhece", diz.

Os olhos de Afrânio dizem o contrário e Carlos, se borra.

"Se algo aconteceu a Martim não fui eu! Isso foi intriga, querem destruir nossa relação, o senhor não vê? Já até imagino quem esteja... O senhor pode até me matar, mas não vai me fazer falar o que não sei. Pelo amor de Deus! Não seria capaz de uma barbaridade dessa, não contra nossa família...", implora Carlos.

Afrânio reflete um segundo e guarda o revólver. Toma Carlos com firmeza, o espremendo contra a parede.

"Vô procurá Martim até encontrá. E, se num encontrá volto aqui pra lhe matá! Vai sê a única morte que vô carregá nas costas. Só que dessa eu num vô me arrependê!", diz o coronel, que lhe desfere um violento golpe na região do fígado, deixando Carlos desabar agonizando no chão.

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