terça-feira, 20 de setembro de 2016

Peninha, percussionista do Barão Vermelho, morre no Rio aos 66 anos

Banda Barão Vermelho, que comemora 30 anos do lançamento do primeiro álbum do grupo em show neste sábado, em Brasília (Foto: Gabriel Wickbold/Divulgação)
Paulo Humberto Pizziali, conhecido como Peninha, percussionista do Barão Vermelho, morreu nesta segunda-feira (19), no Rio, aos 66 anos. O músico carioca estava internado por causa de hepatite C e uma hérnia no abdômen no Hospital da Lagoa, na Zona Sul do Rio, e morreu por conta de um choque hemorrágico no estômago, na tarde desta segunda. Peninha deixa quatro filhos.
Ana Tereza Lima Soler, ex-mulher de Peninha, lamentou a morte do músico em sua página no Facebook:
"Queridos amigos e familiares, é com pesar que venho comunicar que o pai dos meus filhos, Paulo Humberto Pizziali, mais conhecido como Peninha, faleceu agora no hospital da Lagoa. Peço aos meus queridos amigos que orem por ele, cada um na sua fé. Os filhos dele estão muito abalados. Peço que orem por eles também."
Peninha no Barão Vermelho
Peninha começou a tocar com o Barão no disco "Declare Guerra", do Barão Vermelho, de 1986, primeiro álbum do grupo sem Cazuza. Antes, ele havia tocado com músicos como Johnny Alf, Gal Costa, Simone e Sivuca. Depois de gravar o álbum com o Barão, ele foi chamado para se apresentar com a banda em shows e se tornou membro fixo.
"Estamos consternados. Peninha era um um grande amigo, de verdade", disse Rodrigo Santos, baixista do Barão Vermelho.
Durante uma das pausas na carreira do Barão Vermelho, em 2001, Peninha passou a fazer shows instrumentais. Na última grande turnê da banda, entre 2012 e 2013, Peninha participou dos shows. Depois destas apresentações, o Barão interrompeu novamente as atividades

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