quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

'Não considero Chiquinha como amiga', diz viúva de Chaves


Viúva do comediante Roberto Gómez Bolaños, Florinda Meza disse que não pode considerar a ex-colega Maria Antonieta de las Nieves, a Chiquinha, como amiga. Em entrevista no SBT nesta quarta-feira (25), a atriz, que interpretou Dona Florinda no humorístico, não rebateu as revelações da ex-colega, que no final do ano passado disse que ela teve um caso com Bolaños e Carlos Vilagrán quando eles ainda eram casados. Florinda também negou ter proibido os fãs de Chaves de visitarem o túmulo de Bolaños. A atriz veio ao Brasil pela primeira vez para participar do Programa do Ratinho.

A viúva respondeu as críticas de Rubén Aguirre, o Professor Girafales, que a chamou de ciumenta: "Tenho ciúme de todos". "No caso da Maria Antonieta de las Nieves, eu a considero uma grande companheira. Não posso dizer uma grande amiga, porque eu era mais próxima dos outros, mas era uma grande companheira. Eu não tenho nenhuma queixa. Se eles disseram algo, pois ponham em dúvida também a quem comenta. A imprensa em termos gerais, não é muito verdadeira, mente muito para ter polêmica", criticou.

Florinda Meza não entrou em detalhes sobre as revelações de Maria Antonieta de las Nieves, de que teria sido amante de Bolaños e Carlos Villagrán, o Quico, quando os dois ainda eram casados. "Faz muito tempo que não a vejo", disse Florinda.

Já Rubén Aguirre escreveu em sua autobiografia, Después de Usted, lançada no início de fevereiro, que Florinda havia "cegado" o criador de Chaves, e que isso influenciou a briga entre os atores. Sobre o ciúme, ela concordou com o intérprete do Professor Girafales. "Isso é certo. Era ciumenta dele e também tenho ciúme de tudo que amo", brincou Florinda.

Florinda Meza desmentiu a informação da imprensa mexicana de que teria proibido visitações à sepultura de Bolaños e colocado câmeras de segurança: "Sempre há os difamadores. A imprensa suja me culpou, mas não é verdade. As portas estão abertas a todos os visitantes. Se são estrangeiros, claro que devem perguntem ao vigia onde é o lugar". Segundo a atriz, o cemitério Panteón Francés não é mais utilizado por ter mais de cem anos e é tratado como um museu.

A atriz relembrou o reencontro com Carlos Villagrán após 35 anos afastados, durante o velório de Bolaños na sede da Televisa, na Cidade do México. "Estava com minha irmã na saída [da Televisa] e eu encontrei. Foi só um momento em que me deu condolências e um abraço, e nos despedimos porque eu já estava de saída. Acho que gostei que ele estava lá, não somente ele como toda a América Latina".

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