sábado, 20 de abril de 2013

Glória Pires é vítima de golpe por e-mail


A atriz Glória Pires, 49, foi vítima de um golpe de hackers, segundo informa a rádio CBN.
Segundo Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática, a atriz informou que recebeu um e-mail de um amigo que mora fora do Brasil pedindo dinheiro.
A atriz disse que no e-mail o amigo pedia que ela depositasse uma quantia para que ele pudesse voltar ao país, já que estaria sem dinheiro nem passaporte.
Glória teria realizado o depósito, mas em seguida descobriu que o e-mail do amigo foi "hackeado" e que ele não recebeu o dinheiro. Ainda de acordo com a delegacia, um inquérito foi instaurado e a quebra de sigilo de dados foi pedida para apurar a autoria do estelionato.
O "F5" contatou a assessoria de Glória Pires, mas ela ainda não se pronunciou sobre o caso.

Adriane Galisteu dá beijo de língua em Gugu Liberato







Adriane Galisteu surpreendeu ao participar das gravações do "Programa do Gugu" (Record).
A apresentadora foi convidada do quadro "Desafio Musical", exibido dentro do dominical de Gugu Liberato.
No meio das gravações, que aconteceram nesta sexta-feira (19), ela aproveitou para tascar um beijo de língua em Gugu.
Galisteu está em busca de uma nova emissora.
Ela deve mesmo deixar a Band e já há conversas dela com o SBT, onde trabalhou entre 2003 e 2008. A apresentadora deixou a emissora de Silvio Santos para ir para a Band.
A apresentadora completou 40 anos na quinta-feira (18).

sexta-feira, 19 de abril de 2013

GLEISON BEGALLI E DOUTOR ANTÔNIO RUETTE , UMA DUPLA QUE FAZ A DIFERENÇA.

As pessoas especiais são aquelas
Que têm a habilidade de dividir
Suas vidas com os outros...
Elas são honestas na palavra e nas atitudes, são sinceras e compassivas,
E sempre dão por certo que o amor é parte de tudo.

As pessoas especiais são aquelas
Que tem habilidades para doar aos outros, e de ajudá-los com as mudanças que surgem em seus caminhos.

As pessoas especiais são aquelas
Que se permitem o prazer de estar próximo aos outros e se importam com a felicidade deles. Elas vieram para entender
Que o amor é o que faz a diferença na vida.
Eu tive o prazer de conhecer muitas pessoas assim ,
mais hoje quero falar de GLEISON BEGALLI E DOUTOR ANTÔNIO RUETTE
duas pessoas maravilhosas que fazem a diferença na sociedade de nossa cidade , nas vidas de muitas pessoas .
das crianças , dos jovenzinhos , eles ajudam a formar pessoas de caráter .
dedicam parte de suas vidas para o bem de nossos filhos e com isso claro que nós pais ficamos muito gratos.
O clube de Xadrez de Catanduva aconteceu graças a atitude desses dois guerreiros ,
hoje é um sucesso ,onde tem muitos campeões em todas as categorias .
parabéns a vocês .
A prova disso é o campeonato brasileiro que está acontecendo no clube de tênis 
teve início hoje sexta feira com duas partidas , amanhã sábado terá mais  três partidas e se encerrando domingo com duas partidas e a premiação , aproveitando quero convidar todos os leitores do blog para comparecem lá para ver pessoalmente a beleza dessa organização .

que DEUS ilumine vocês a cada minuto , que através desse exemplo venham mais empresários abraçarem o clube com o mesmo amor de vocês dois 
meu muito obrigado por tudo .

Após recuperar casa em leilão, cantor Donizeti é ameaçado de morte

Após recuperar casa em leilão, cantor Donizeti é ameaçado de morte - Divulgação

O cantor Donizeti, que ficou famoso dando vida à música Galopeira, vem sofrendo problemas sérios desde que sua casa quase foi a leilão no ano passado. Apesar de ter conseguido tirar o imóvel do leilão e deixá-la sob liminar, o músico agora enfrenta ameaças de pessoas que não o querem de volta à cidade de Guararema, a 85 km de São Paulo.
“Meu imóvel tinha ido pra leilão, mas eu consegui um bom advogado e agora a casa está na Justiça. O problema é que algumas pessoas lá da cidade estão me ameaçando, estou sendo caluniado. Passam na porta da minha casa e falam que vão tirá-la de mim, que vão tomar minha casa”, lamentou o artista, em conversa com O Fuxico.
Donizeti afirmou ainda já ter procurado a polícia para tentar resolver o problema, que parece estar ainda longe de ser solucionado.
“Já abri dois boletins de ocorrência. Um por violação de correspondência, já que abriram minhas cartas e outra por calúnia. Ficam espalhando coisas de mim pela cidade, que eu sou caloteiro, acabando com a minha imagem”.
Assustado com tantas ameaças, o cantor se mudou para a casa de uma de suas filhas em São Paulo, onde está morando enquanto decide o próximo passo a ser tomado.
“Estou morando de favor na casa da minha filha, em São Paulo. Estou vivendo uma situação muito complicada porque não posso ficar na minha casa. As pessoas têm que saber que existem direitos no Brasil. As pessoas querem passar por cima da Justiça e não respeitam os outros. E esses problemas de falsos condomínios acontecem com milhares de pessoas no país”.
Problema antigo
O problema de Donizeti começou quando sua casa entrou para leilão, após o cantor ter se recusado a pagar cobranças (consideradas abusivas por ele), já que o imóvel estava dentro de um loteamento fechado, apesar de ser irregular.
Em conversa com O Fuxico, na época, Donizeti afirmou que quando se mudou para o imóvel pagava uma taxa de R$ 180 por mês, mas parou de pagar quando o valor subiu para R$ 800, gerando uma dívida pelos atrasos de R$ 200 mil.
Agora, Donizeti briga na Justiça ao lado da Defesa Popular, instituição focada em problemas como o do cantor, para conseguir resolver de uma vez por todas os seus problemas com o imóvel.

Valesca Popozuda bate boca com Sheron Menezzes na rede social

Valesca Popozuda bate boca com Sheron Menezzes na rede social - Reprodução

Sheron Menezzes e Valesca Popozuda estavam presentes no desfile Fashion Rio nesta quinta-feira (18) quando a atriz deu uma entrevista para um site e disse:
"Jamais gastaria isso no look. Tenho coisas mais importantes para gastar o meu dinheiro. Ajudo outras pessoas, não gastaria esse valor", se referindo à roupa de R$ 40 mil que funkeira Valeska estava usando.
Após tomar conhecimento da declaração, Valesca usou seu Twitter para rebater as críticas de Sheron:
“Sheron Menezes, meu amor!! Te admiro como atriz te acho uma negra linda, mas não fala bobagem, meu amor”. E depois se explicou: “eu vim da favela, ralei muito e nunca na minha vida seria capaz de ser tão babaca ao ponto de gastar 40 mil numa roupa pra nada!!”
Horas depois, Sheron se desculpou por Twitter e elogiou o look da funkeira:
“Cada um gasta seu dinheiro como quer. Nem tinha visto sua foto, mas agora vi e você estava linda. Beijos @valescapgaiola”.

Lauryn Hill sofre ação de despejo por não pagar aluguel

Lauryn Hill está sofrendo uma ação de despejo

A cantora Lauryn Hill está sofrendo uma ação de despejo na Justiça por conta de um aluguel não pago. A informação é do site TMZ.
Desde 2009, a artista aluga uma mansão em South Orange, no estado norte-americano de New Jersey. Mas ela teria parado de pagar o aluguel em março deste ano, o que fez com que o proprietário do imóvel entrasse na Justiça com uma ação obrigando-a a pagar a quantia.
Hill, porém, continuou sem pagar e por isso está sendo ré em uma ação de despejo.  
Problemas com a justiça
Esse não é o primeiro problema de Lauryn Hill com a Justiça. Em junho, a ganhadora de oito Grammys comparaceu à Corte Distrital dos Estados Unidos em Newark, em Nova Jersey, e admitiu não ter apresentado declarações de impostos entre 2005 e 2007, referentes a quatro empresas de sua propriedade.
Hill, que deve receber sua sentença no caso dia 22 de abril, enviou à corte que cuida de seu caso um documento pedindo um abrandamento de sua sentença, alegando que teve motivos reais para não declarar os impostos referentes à quantia de US$ 1,8 milhão que ganhou entre 2005 e 2007.
Segundo o documento, a cantora parou de pagar os impostos "quando se retirou da sociedade para escapar do que ela percebia como manipulação e ameaças muito reais a ela e a sua família". Ela não foi específica quanto ao teor das ameaças que teria recebido.

“Salve Jorge” está cada vez mais confusa, inverossímil e irritante



À medida que se aproxima do final e a audiência melhora, “Salve Jorge” consegue a façanha de piorar. A novela está cada vez mais confusa, inverossímil e irritante.
Focada quase exclusivamente no conflito da gangue de Livia contra a heroína Morena e a delegada Helô, a novela relegou a segundo plano, quando não esqueceu, as inúmeras outras tramas que foram esboçadas em algum momento.
O herói da trama, Theo, virou um personagem sem sentido, quase um zumbi.  Transou “por vingança” com Livia, que se apaixonou por ele e passou a assediá-lo. Morena, seu grande amor, não contou a ele que tiveram uma filha e o mandou passear. Erica,esperando um filho dele, também o dispensou. Seu chefe, o coronel Nunes, o puniu. Só sobrou a mãe, Aurea, sempre ao seu lado.
Protegida pela Policia Federal, Morena fica num apartamento que não dispõe de segurança alguma. Sempre que alguém bate à porta, um policial espia pela fresta para ver quem é. A organização de Livia descobriu o local e montou uma arapuca para a heroína dentro de um túnel, no Rio. Morena escapou andando com o bebê nos braços.
Sabe-se lá como, já tarde da noite, a mãe e seu bebê chegaram à Igreja de São Jorge, que funciona 24 horas por dia. Rezava quando encontrou-se com Erica, que por coincidência também buscou a igreja no mesmo horário para chorar por Theo (“Foi São Jorge que te mandou aqui”, diz Morena para a rival). Nada mais natural, depois de um diálogo inacreditável, a heroína deixou sua filha com Erica e fugiu. Já a vilã Wanda foi presa pela enésima vez porque brigou com um taxista.
Um bom exemplo das dificuldades de “Salve Jorge” pode ser visto em uma cena do capítulo de quarta-feira (17). Elcio, o rival de Theo, encontra-se com Livia, que o patrocina, no hotel onde ela mora (a grande vilã da novela, uma personalidade famosa, mora em hotel desde o primeiro capítulo). Elcio pede uma bebida e ela diz: “O frigobar é seu”. “Vingativa”, diz o militar antes de beijá-la.  Enquanto se beijam, toca o celular de Livia e ela faz a careta que se vê na imagem acima. O texto da cena é grosseiro e a direção mergulha no exagero. O conjunto é tosco, constrangedor para quem assiste.
A quem critica os exageros e a falta de lógica de “Salve Jorge”, Gloria Perez diz que é preciso saber “voar”. A autora reivindica o título de herdeira de Janete Clair (1925-1983), a rainha do melodrama na TV. Mas, como já observou o pesquisador e crítico Nilson Xavier, em “Salve Jorge” Gloria está mais próxima de Gloria Magadan (1920-2001), a cubana que fez sucesso na Globo no final dos anos 60 com tramas rocambolescas e sem sentido, de forte apelo popular.

Campeonato Brasileiro de Xadrez de 2013

Está acontecendo a abertura do campeonato brasileiro de xadrez aqui no clube de Tênis aqui na cidade de Catanduva ,muitos pais presentes e muitos participantes , quero desejar boa sorte a todos e agradecer ao professor Gleison Begalli por essa organização maravilhosa que só ele sabe fazer quem o conhece sabe o amor que ele tem pelo xadrez e aproveitando também dar os parabéns aAline Braz pelo esposo , sabemos que atrás de um grande homem tem uma grande mulher .










Doutor ANTÔNIO RUETTE e Gleisson Begalli duas pessoas muito importantes para o xadrez aqui na cidade de Catanduva 



quinta-feira, 18 de abril de 2013

São Paulo se recusa dar título do clube a Rafael Ilha e revolta artista

Rafael Ilha

O cantor Rafael Ilha, de 40 anos, está revoltado com o São Paulo Futebol Clube. O artista diz que o clube do Morumbi se recusou reativar o título que a família de Rafael tinha quando ele era menor de idade.

Em entrevista exclusiva ao R7, Rafael afirma que o São Paulo fechou as portas para ele, a mulher, Aline, e para o filho de 10 anos. O motivo, segundo Rafael, é a ficha criminal do cantor.
Rafael, que esteve preso duas vezes — uma por porte ilegal de armas e outra por tentativa de sequestro (ele tentou levar uma mulher a uma clínica de reabilitação de drogas) —, lembra que reuniu todos os documentos para voltar a ser sócio do clube e disse que pagaria a taxa desse processo. Mas, de acordo com o ex-cantor do Polegar, o clube negou a reativação do título.
— Já paguei na Justiça pelo que fiz. Não deram justificativa alguma para esse impedimento.
A mulher de Rafael, Aline, também falou ao R7 sobre o conflito, que já completa dois meses:
— Podemos entender que isso é discriminação.
Aline contou que um diretor administrativo do São Paulo – ela não revelou o nome – disse, por telefone, que um sócio com passado criminal pode comprometer a imagem do clube:
— É um absurdo. Eu, meu marido e filho, ainda por cima, somos torcedores do São Paulo. Uma cúpula de conselheiros simplesmente não quer aceitar a minha família como sócia.
Aline e Rafael se reúnem nesta quinta (18) com advogado e conselheiros do clube, pra tentar entrar em acordo:
- Eles (o São Paulo) devem dizer que não vão nos aceitar e vão tentar nos convencer a abandonar o processo. Mas vamos lutar por isso.
Procurado pela reportagem do R7, um diretor do São Paulo disse que o conselho do clube está analisando o caso. Ele não quis se manifestar sobre o assunto, mas disse que "o São Paulo não dá título para qualquer um". O clube ainda não deu uma posição oficial sobre o caso.


Carol Narizinho assina rescisão e deixa o programa "Pânico na Band"

http://natelinha.ne10.uol.com.br/imagem/noticia/db9c31dbfc0fc52b491952716fc3e69f.jpg
Agora é oficial. A modelo Carol Narizinho não faz mais parte do "Pânico na Band".

A Panicat ainda não apareceu no programa em 2013, após as férias, já que o humorístico está fazendo um mistério em torno de suas assistentes de palco.

Até agora, voltaram Babi Rossi e Renata Molinaro, além da entrada da novata Carol Dias no posto.

Mas Narizinho não voltará. Segundo seu empresário, Fábio Nogueira, ela esteve nesta quinta-feira (18) na Band para assinar a rescisão do contrato. "Ela está fora, já não tem mais vínculo", disse.

Já o assessor da modelo afirmou ao NaTelinha que ela está aberta a convites para novos projetos.

Carol Narizinho foi capa da revista "Playboy" do mês de março. O ensaio foi fechado em outubro do ano passado e seria feito ao lado da também Panicat Thaís Bianca. Porém, a publicação foi adiada e outras beldades entraram na frente.

Betty Faria critica Sthefany Brito por pensão: 'Mulheres são envergonhadas com atitudes assim'


A atriz Betty Faria, de 72 anos, é de um tempo em que as mulheres lutavam para conquistar igualdade de direitos e se desvencilhar da dependência econômica de seus cônjuges. Por isso, a pensão alimentícia mensal, no valor de R$ 50 mil, que Alexandre Pato terá que pagar para sua ex-mulher, Stefhany Brito, incomodou bastante a atriz veterana. Tanto que ela usou o seu perfil no Twitter para protestar contra a decisão da Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça.
 

Moto de Rafael Ilha explode após acidente em SP; cantor passa bem




O cantor Rafael Ilha sofreu um acidente de moto na quarta-feira (17) na Ponte Águas Espraiadas, em São Paulo. O ex-Polegar dirigia sua moto CB 600F Hornet quando foi atingido por um veículo, que fugiu sem prestar ajuda.  Com a batida, o ex-Polegar e repórter da RedeTV! caiu da moto que com o choque acabou explodindo.

"Eu dei o sinal para a esquerda, nisso o carro acelerou para ultrapassar e bateu na roda da frente da minha moto", contou Ilha ao UOL.

"Quando estava rolando no chão, vi que ia dar uma pancada com a mureta de concreto e já soltei a moto, que foi para o outro. Com o atrito, ela acabou explodindo".

O acidente aconteceu por volta das 11h30 da manhã e a região da Ponte Águas Espraiadas ficou isolada até às 17h. Como o motorista não parou para ajudar, foi feito um boletim de ocorrência de lesão corporal culposa. "Não deu para saber quem bateu, mas a polícia está investigando", disse.

Mesmo usando capacete, Ilha sofreu diversos ferimentos pelo corpo e foi levado para o hospital São Luis, mas foi liberado no mesmo dia. "Não quebrei nada, com exceção da luxação no dedão direito, mas do pescoço para baixo estou todo machucado", afirmou o ex-Polegar.

Com as duas mãos enfaixadas, o repórter disse que está tomando analgésicos e vai precisar ficar de repouso por vinte dias.

Apesar do susto, Ilha disse que não ficou traumatizado com o acidente e não pretende parar de andar de moto. "Ontem mesmo, todo ensanguentado, eu já liguei para a seguradora e em 10 dias recebo outra", contou.

Graças a DEUS um livramento maravilhoso na vida de Rafael ....

“O que a gente menos ouve é sertanejo”, diz Xororó


Em entrevista, a dupla, que completa 43 anos de estrada em setembro (com mais de 37 milhões de álbuns vendidos), falou sobre o começo, o meio e… o futuro.


São Paulo - Eles sempre gostaram de novas roupagens: literalmente falando e também para as músicas que compõem e cantam desde 1970. José de Lima Sobrinho e Durval de Lima (ou simplesmente Chitãozinho & Xororó) estão de volta às prateleiras das lojas dois anos de turnê pelo Brasil – com CD e DVD novos, gravados ao vivo.
Do Tamanho do Nosso Amor foi produzido por Fernando (da dupla Fernando & Sorocaba) e reúne canções inéditas e grandes sucessos da carreira, com participações especiais de Dexterz e do rapper Cabal. “A música sertaneja mudou muito”, explica Xororó. “E estamos sempre nos renovando, antecipando tendências…
A dupla, que completa 43 anos de estrada em setembro (com mais de 37 milhões de álbuns vendidos), falou sobre o começo, o meio e… o futuro – “a gente gosta demais do que faz para pensar em parar”, avisa Chitão.
A seguir, os melhores momentos da conversa.

Após 43 anos de carreira, ainda se sentem desafiados?
Chitãozinho: A cada projeto, até porque não conseguimos nos programar com antecedência. Esse negócio de pensar nos próximos cinco anos, por exemplo, não funciona com a gente. Em 2010, quando completamos 40 anos de carreira, saímos em turnê pelo Brasil inteiro. Fizemos shows até o ano passado. Aí, recebemos um convite do maestro João Carlos Martins.
Xororó: As coisas vão acontecendo. O desafio, agora, é este Do Tamanho do Nosso Amor: o DVD, o CD, um novo show, com novo conceito.

Mas por que novo conceito se vocês ainda tocam tanto nas rádios pelo País todo?
Xororó: É que percebemos que as músicas que tocam são as mais antigas. Aí, falamos: “Caramba, a gente precisa renovar esse nosso som, tem muita coisa antiga (risos). A ideia, então, foi dar uma reciclada.
Chitãozinho: Aí chamamos o Fernando (da dupla Fernando & Sorocaba).
Xororó: A gente se identifica muito com o som deles e queríamos que o Fernando fizesse os arranjos de duas ou três músicas. Só que, quando ele mandou o material de volta… né, Chitão?
Chitãozinho: Aí, complicou, porque estava bom demais. Ele havia entendido perfeitamente o que a gente queria. E eu disse: “Rapaz, acho melhor ele fazer tudo!”

Ou seja, vocês complicaram a agenda do Fernando.
Xororó: (risos) Pois é. A gente queria fazer um CD e gravar o show para registro na internet, com edição dinâmica, cortes rápidos. Só que o trabalho ficou excelente.
Chitãozinho: Quando a gente mostrou a captação de vídeo para o pessoal da Som Livre, eles disseram: “Que internet o quê! Isso é um DVD!” E o pior é que eu já tinha mixado em estúdio para o CD… tive de refazer tudo.

A ideia de modernidade já está na capa do DVD, né?
Chitãozinho: Com certeza. Assim que vimos a foto (são as mãos de uma jovem com um iPhone, fotografando o show), pensamos: “É a capa!”. Porque não tem nada mais moderno. Era o que a gente queria.

O público jovem gosta muito de vocês. Como se explica isso?
Chitãozinho: É muito emocionante. Durante a gravação do DVD, isso pegou muito a gente. Depois da última música, tem um bônus que é só o público, muito jovem, cantando Evidências. Vou te dizer: eu não aguentei, comecei a chorar.

Vocês são tidos como a dupla que abriu as portas das rádios FM para a música sertaneja, em 1982. Sentem essa importância?
Chitãozinho: A gente ouve muito isso… acho que fomos os primeiros a derrubar o preconceito que existia em relação à música sertaneja.
Xororó: Fomos os primeiros a ousar, com certeza.
Chitãozinho: Porque, no começo da carreira, era um gueto. Muita gente tinha vergonha de dizer que ouvia música sertaneja. Era comum o “doutor”, o empresário, mandar o motorista na loja comprar o disco. Mas, de repente, a gente estava frequentando os shows do pessoal da MPB, do rock, da Jovem Guarda. E o público cantando junto.
Xororó: A gente sentiu necessidade dessa mudança. Mudança de postura, de roupa, de sonoridade. O desafio foi fazer isso sem perder nosso público tradicional. Então, num mesmo disco, a gente juntava músicas com uma bateria mais pesada, por exemplo, e outras com a presença da viola. Hoje, é comum ver, nos shows, famílias inteiras, várias gerações de fãs.

Vocês estão planejando um filme biográfico, ao estilo 2 Filhos de Francisco? Vai ser dirigido pelo Fernando Meirelles?
Xororó: Existe, sim, um projeto. A gente precisa é parar para alinhavar os detalhes.
Chitãozinho: É um desejo do Fernando e nosso.
Xororó: E existe uma cobrança muito grande por parte do público também…
Chitãozinho: O Fernando já disse que a nossa vida daria um longa. Só não sabemos se ao estilo 2 Filhos de Francisco ou em ritmo de documentário.

Em algum momento, nesses 43 anos, vocês pensaram em carreira solo ou em parar?
Chitãozinho: Carreira solo, não… Mas em parar nós chegamos a pensar, sim.
Xororó: Logo no início, né, Chitão? Porque a gente estava no prejuízo (risos). Nosso pai era motorista de caminhão, a gente era em oito irmãos. Paramos de estudar quando chegamos a São Paulo (eles são de Astorga, no Paraná). O Chitão trabalhou durante mais de um ano como cobrador de ônibus lá em Mauá. Aí, começamos a cantar. E pintaram uns showzinhos…

A família precisando de dinheiro e vocês resolvem cantar!
Xororó: (risos) Mas um show só já dava mais dinheiro do que o Chitão ganhava em um ano. Só que, em uma turnê pelo Paraná… cara, deu tudo errado!
Chitãozinho: Ah, nem lembra. Uma geada forte, em 1975… e a gente voltou sem nada, só com o carro – e o tanque seco!
Xororó: Aí vendemos o carro. A gente estava pensando seriamente em parar, para poder ajudar a família. Porque show em São Paulo era mais difícil. A gente estava super pra baixo quando tocou no rádio lá de casa Tente Outra Vez, do Raul Seixas. Um sinal. O Chitão foi até a gravadora, pediu um adiantamento. Fechamos mais dois anos de contrato. Fomos tentar outra vez. Deu certo… Em 1979, veio o primeiro disco de ouro, o LP 60 Dias Apaixonado.
Chitãozinho: E a gente gravou Tente Outra Vez pela primeira vez para este DVD novo. Já estava mais do que na hora, né?

Vocês já gravaram vinis que venderam quase dois milhões de cópias. Hoje, um sucesso absoluto é vender 50 mil. “Culpa” da internet. Como estão trabalhando as novas mídias?
Chitãozinho: Tem de investir cada vez mais no digital. O mercado pede. No Brasil, 70% do que é vendido ainda é CD. Já nos EUA, no Japão, os arquivos digitais são 80% do total. Ou seja, vai acontecer aqui também. Eu, por exemplo, adoro o modelo digital. Nunca comprei tanta música na minha vida!
Xororó: Essa facilidade de acesso e o fato de se poder comprar uma única música vão diminuir muito a pirataria.

Pirataria foi um problema grande na carreira de vocês?
Xororó: Foi, porque houve uma mudança do mercado. De um dia para o outro, a gente passou a vender 10% do que vendia. As gravadoras todas quebraram. O artista teve de mudar de postura. Hoje, o CD é praticamente só divulgação; o dinheiro vem dos shows. E muita gente lança EPs diretamente na internet. O Roberto Carlos, por exemplo. A minha filha também fez isso.

Você ainda dá pitaco nas músicas da Sandy e do Junior?
Xororó: Na verdade, agora eles é que dão pitaco no que eu faço (risos). Nos primeiros dez anos, eu produzia os discos deles, então dava muita orientação. Sobre tudo, né? Mas, do quarto trabalho pra frente… já começou a mudar. E eu fui deixando. Hoje, a primeira pessoa para quem eu mostro uma música minha é a Sandy. E ela, muitas vezes, dá pitaco, fala para eu mudar uma palavra aqui, outra ali. Ou seja, inverteu… O legal da vida é isso: ensinar os filhos e, depois, poder aprender com eles.

E você, Chitão, dá pitaco no som do Alison?
Chitãozinho: Ah, eu não consigo mais dar palpite nos ensaios dele, não. O Alison tem uma banda de rock e, às vezes, eu ouço e acho que tá tudo meio errado, meio torto. Mas o problema sou eu… No fim, dá tudo certo!

Mas vocês sempre curtiram dar uma variada no som.
Xororó: A gente não gostava de música sertaneja de raiz, sabe? Queria um som mais potente, diferente, mais pop. Em 1972, estávamos participando de um show – parte de uma caravana que distribuía prêmios de um concorrente do Carnê do Baú. Primeiro, tocou uma banda, estilo rock’n’roll mesmo, para chamar o povão. Quando o Geraldo Meirelles, que era o apresentador, anunciou a gente, entramos nós dois, 10 mil pessoas na nossa frente, com duas violas desligadas… Pô, ninguém ouviu nada. Aí, pedimos um upgrade: violões elétricos. E o seu Geraldo achou que fazia sentido. Ele veio aqui na Casa Del Vecchio, uma loja na Rua Aurora, e encomendou um “casal de violas”. Na semana seguinte, a gente já tinha ensaiado as nossas músicas com a banda…
Chitãozinho: Ah, aí o bicho pegou, meu filho! (risos)

E como surgiu o apelido Chitãozinho e Xororó?
Xororó: Ah, foi curioso. Chitãozinho e Xororó são nomes de pássaros. E é o nome também de uma música, cujo compositor trabalhava com o seu Geraldo naquele tempo. Ele apelidou a gente, porque era uma canção conhecida. Só que eu e o Chitão achávamos que, como nome da dupla, era muito caipira…

E tinha alguma opção?
Chitãozinho: Tinha nada…
Xororó: Irmãos Lima… Mas seu Geraldo estava certo. O jeito foi a gente modernizar o som e as vestimentas.
Chitãozinho: E o cabelo…

Vocês são chatos no estúdio e nos shows?
Xororó: Eu sou libriano, muito perfeccionista. Mas, claro que a gente vai aprendendo com o tempo. No começo, fazíamos tudo. Até na hora de prensar o vinil a gente dava queria dar palpite.
Chitãozinho: Agora a gente já delega um pouco…
Xororó: Até porque não adianta: nem olhando cada detalhe fica 100% como a gente quer. O estresse era tanto que não valia a pena.
Chitãozinho: Hoje a gente cobra muito os outros…
Xororó: E uma certa distância ajuda a ver melhor o produto final. Com a internet, isso ficou ainda mais legal. O DVD Sinfônico, por exemplo, a gente acompanhou pela web, porque a mixagem foi feita nos EUA. Mas não dá para fugir do lema “é o olho do dono que engorda o porco”.

O que costumam ouvir no dia a dia? Têm preconceito quanto a algum ritmo?
Xororó: Nós ouvimos de tudo. E respeitamos, sabe? Claro que nem tudo a gente gosta ou compra. Mas é preciso estar antenado ao que acontece no mercado. Quer saber uma coisa engraçada? O ritmo que a gente menos tem em casa é sertanejo. Infelizmente, talvez seja até um defeito: a gente não consegue ouvir música por lazer. É sempre trabalho.
Chitãozinho: Mas a gente faz o que gosta e gosta muito do que faz. Esse é o segredo para se manter bem. 

Luan Santana divulga duas músicas inéditas; confira

Durante um show na cidade de Sumaré, interior de São Paulo, no último final de semana, o cantor Luan Santana apresentou duas músicas inéditas. As faixas integram o vindouro DVD de Luan, que será gravado várias cidades.
No meio da apresentação, o público foi surpreendido com a execução das músicas “Garotas Não Merecem Chorar” e “Cabo Cabo”. O cantor ainda revelou, segundo o site Luan Daily, contou que ainda não definiu todo o repertório e nem as participações especiais.

Confira as músicas divulgadas:



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