segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

'Criamos o rótulo de sertanejo sex symbol', diz Munhoz & Mariano sobre sucesso em 2012





“É preciso rebolar para atrair uma multidão”, já dizia o roqueiro Elvis Presley (1935-1977) ao quebrar os tabus do rock, as críticas da década de 60 e os conservadores da música. Nos últimos anos, o sertanejo também entortou o bico ao se deparar com uma jovem dupla ousada, com visual diferente e muito rebolante: Munhoz (26) & Mariano (26), destaque de 2012 com o hitCamaro Amarelo” e Vou Pegar Você e Tãe”.
A inovação dos artistas - que chegam a girar a pélvis de 180º a 360º graus – chocou os tradicionais do gênero. Mas agradou o público feminino, que a cada movimento solta os seus histéricos e característicos gritinhos. Não deu outra! Assim como o maior sucesso da dupla, os jovens artistas ficaram “doces como caramelos” e conseguiram, entre muitas conquistas, estacionar dois cobiçados Camaros na garagem.
No início, diziam que a gente não chegaria a nenhum lugar fazendo aquilo no palco. Sofremos muita chacota no começo da carreira. Mas, hoje, botamos a maioria das duplas para rebolar”, comemora Mariano, que ganhou um vídeo com suas melhores performances no Youtube e que chegou a ir de carroça a uma balada sertaneja aos 16 anos.
Atualmente, os cantores fazem de 22 a 25 shows ao mês, ultrapassaram 40 milhões de acessos no Youtube, somam 2 milhões de cópias vendidas do primeiro DVD e preparam-se para uma turnê nos Estados Unidos em fevereiro de 2013. Em entrevista exclusiva à CARAS Online, eles comemoram o sucesso de 2012 e falam que novas ousadias irreverentes – tais como aparecer de fralda – devem surgir em 2013.
- Com 40 milhões de visualizações no Youtube, 198 países alcançados, 2 milhões de cópias logo no primeiro DVD, dois Camaros Amarelos na garagem, vocês têm muitos motivos para comemorar 2012. Foi de fato um ano marcante?
Mariano: Este ano foi incrível, abençoado, repleto de alegrias e conquistas. A gente já começou com muitas benções, pois a música ‘Vou pegar você e Tãe’ foi uma aposta que deu certo, principalmente no carnaval. Surpreendeu a gente, pois pensávamos que tocaria somente nos carros, que a censura iria pegar nas rádios, televisão, por conta do duplo sentido, mas tornou-se hit do Brasil todo. O público pediu e os veículos de comunicação atenderam tranquilamente. Além disso, a gente gravou o nosso segundo DVD, com o estouro do “Camaro Amarelo”, um sucesso que se tornou conhecido inclusive no exterior. Portanto, estamos realizados e a palavra de tudo isso é uma só: benção.
- “Camaro Amarelo” fala de uma mulher que passou a se interessar por um homem depois do sucesso financeiro dele. Embora essa música não seja baseada na história de vocês, tem alguma relação?
Mariano: Tem relação, sim. Lá em Campo Grande, diziam: “Esses meninos não tem futuro, não vão dar em nada”. Então, esta música não serve só na questão de dar o troco na mulher maria-gasolina, mas de dar a volta por cima, na mensagem de superação de quem sofreu chacota. Isso já aconteceu com nós profissionalmente e também pessoalmente. Existem meninas que, no começo, esnobaram a gente e hoje nos tratam bem, querem alguma coisa conosco. Mas não devolvemos na mesma moeda. A gente trata normal e agradece por nos fazerem aprender mais.
- Quando vocês perceberam que são sucesso no Brasil? Em qual momento vocês se perceberam famosos?
Mariano: Não percebemos, quer dizer, a gente não percebeu de uma hora para outra. A gente tocava por brincadeira, para tomar a cervejinha do fim de semana. Buscamos um pouco de reconhecimento nos bares de Campo Grande e a coisa começou a ficar grande. Foi crescendo, crescendo e só notamos que estávamos fazendo sucesso quando lotamos uma casa noturna de Campo Grande. Foi o primeiro evento apenas com o nosso nome, pois antes as festas sempre tinham algum atrativo - cerveja de graça, cerveja barata – e conseguimos preencher o espaço com duas mil pessoas que queriam apenas nos ver cantar. A partir daí começamos a levar a sério. Gravamos o nosso primeiro CD, começamos a fazer alguns shows no interior do Estado, então foi um processo lento. Até hoje a gente se questiona muito sobre o que é sucesso, realização...
- A fama chegou a subir a cabeça em algum momento?
Mariano: Graças a Deus a gente não veio somente com o “Camaro Amarelo” estourando, pois certamente a gente perderia o chão, a cabeça. A gente vem galgando degrau a degrau desde 2007. Em 2009, nos profissionalizamos, fomos subindo, vencemos a Garagem do Faustão, conquistando o nosso espaço aos poucos. Foi por aí que conseguimos uma bagagem muito grande. Somos uma dupla precoce, mas com muita bagagem.
- É verdade que muito antes do Camaro vocês já foram para a balada de carroça?
Munhoz: (Risos). É verdade, isso foi aos 16 anos. A gente não tinha dinheiro e a gurizada mais velha não queria carregar a gente. O Mariano chegou um dia: “Vamos sair hoje”. “Mas como?”, perguntei, ficando sem resposta. Ele foi até um carroceiro e alugou uma carroça por R$10 e uma garrafa de pinga. Às 9h, quando ele virou a carroça na esquina de casa, pensei: “é mentira, não pode ser” (risos). Montamos na carroça, com mais três amigos, passamos em uma conveniência, compramos uma garrafa de jurubeba e chegamos na balada. O dono da casa não acreditava na gente e falou: ‘Esses guris são da farra’. Começamos a nos divertir ali e criamos um grupo, Los Fiacentos, tinha uma carroça, um burrão e um cara deitado na carroça. Isso marcou.
- Além da música contagiante, o diferencial de vocês também está na performance. Vocês rebolam, colocam fralda, possuem visual diferente... Existe essa preocupação para chegar até o público dessa maneira?
Mariano: O lance do visual foi natural, pois eu uso cabelo comprido desde criança. Já sobre a desenvoltura, na verdade nós dois somos muito tímidos no palco. Tudo foi uma quebra de barreira, tanto da minha parte quanto da do Munhoz. Se você pegar alguns vídeos nossos do início para agora, vai ver que a gente parecia duas estátuas no palco (risos). Mas eu sempre fui um guri que fui muito para carnaval, dancei muito com criança e a minha mãe dizia que eu tinha que abusar desse lado da sensualidade, da mulherada. Um dia, a gente tentou arriscar alguns passinhos em um show de Campo Grande e, nossa, a mulherada gritou, foi aquela loucura. Aos poucos a gente foi se aperfeiçoando...
Munhoz: E criando a nossa própria personalidade, sem imitar ninguém.
Mariano: A gente nem faz aula de dança. As coreografias vão surgindo ali no palco mesmo, vai surgindo naturalmente.
- Vocês são um dos primeiros que rebolam no sertanejo. Sofreram algum tipo de preconceito do cenário artístico?
Mariano: No começo, fomos muito criticados, chegamos a ser motivos de chacota pelo pessoal do meio. E hoje todos têm que nos respeitar e a maioria deles está tendo que rebolar, tendo que ter uma desenvoltura no palco também. Então, para a gente, saber que somos os pioneiros é muito gratificante. Mas adianto que para rebolar com tranquilidade e fazer o show, criamos um personagem. Pode não parecer, mas somos muito tímidos (risos). Passamos a investir nesta questão quando vimos que as meninas ficavam loucas e que o assédio mudava. A gente acabou criando outro rótulo, que é o do sertanejo sex symbol.
- Chegou a ver um vídeo na internet chamado “Proibidão do Mariano”, em que mostra cenas sexy suas ao som de Im Too Sexy?
Mariano: Vi e achei demais (risos). Conheci a menina que fez durante um show e disse que achei um sarro, tudo muito criativo, muito engraçado. Até coloquei no meu Twitter pessoal.  Está com mais de um milhão de acessos. Foi bem bacana e criativo.
- Consideram-se sex symbol?
Mariano: Não me sinto, acho que não tenho nada de sexy, mas se elas estão falando, né? (risos). Então é prazeroso. Qualquer trabalho que você tem um reconhecimento é gratificante. O meu trabalho não é diferente e do Munhoz também não. Pelo que vemos nos shows e nas redes sociais, nós nos tornamos um objeto de desejo. Isso é bacana e tão forte que acaba até prejudicando a nossa vida pessoal. Elas são tão fanáticas, sentem tanto desejo, que é difícil ter um relacionamento na vida pessoal.
- Há rumores de que você vive um romance às escondidas com a jornalista Nadja Haddad. Conseguir uma namorada agora pode prejudicar a carreira? As fãs não vão gostar?
Mariano: É, as fãs vão ficar muito bravas, não vão gostar...
- Vocês tiveram uma fã que chegou abrir mão de um transplante de rim para assistir à gravação do DVD de vocês. Conta melhor essa história...
Mariano: Foi a maior loucura de fã que a gente já recebeu. Uma criança de 13 anos, que não sabia o risco que estava correndo, queria adiar a data do transplante de rim para assistir ao nosso show. Era um sofrimento para a família e para ela, que é nossa fã. É claro que ela foi fazer a operação. Mas, quando soubemos, acabamos adiantando o nosso voo, chegando mais cedo para ir ao hospital visitá-la. Foi uma grande surpresa para ela e gratificante demais para a gente. Ver aquela menina sorrindo e chorando daquele jeito eu nunca vou esquecer na minha vida.
- Atualmente, o sertanejo alcançou um público diferente. Acha que o sertanejo ficou chique?
Mariano: Com certeza! O sertanejo, principalmente o sertanejo “universitário”, está vindo com uma roupagem nova. Está mesclando os estilos, tocando funk, samba, e abraçando um público maior. Tudo se inova e com o sertanejo não é diferente. Acho que ele consegue ser chique, popular, divertido. Pensamos que ele vem para somar como uma vertente da música brasileira. É muito positivo.
- Depois de enfrentarem muitas críticas, como é estar no topo?
Mariano: Confesso que a gente está bem assustado. Estamos trabalhando muito, estamos esgotados fisicamente, pois a quantidade de shows está muito grande. Estamos fazendo em média de 22 a 25 shows por mês, conciliando com entrevistas em rádio, TV... Então estamos cansados, mas ao mesmo tempo curtindo muito, pois tudo isso é o reconhecimento do esforço do nosso trabalho. É muito bacana ver o reconhecimento a cada dia, o assédio dos fãs, o número das pessoas que gostam da gente aumentar, a presença em frente ao hotel. A gente lutou tanto e ver isso se concretizando é muito bom.
Munhoz: Tudo começou como uma grande brincadeira, Então, de dois gurizões que somente se divertiam à noite, hoje a gente sustenta mais de 45 pessoas envolvidas no nosso trabalho. É um baque e a nossa ficha ainda não caiu. Aliás, não quero que caía. Não quero saber onde vai dar, quero apenas que não tenha fim.
- Carreira solo é algo que passa na cabeça de vocês?
Mariano: Carreira o que? De jeito nenhum.
Munhoz: Se tiver na carreira solo, eu vou cantar para quem? (risos).
Mariano: Se acabar, acabou tudo.
- Amigos desde os 6 anos, vocês trabalham juntos e dividem grande parte de suas vidas. Qual é o valor dessa amizade?
Munhoz: A nossa amizade é tudo. Não falo nem que ele é meu amigo, é meu irmão. Eu convivo mais com ele que com a minha própria família, é uma das pessoas que eu mais tenho confiança. Conheço o Mariano desde os 6 anos, brincando na esquina da minha casa. Quando eu fiz 11, ganhei um violão e comecei a tocar. Da rodinha, eu era o excluído, pois era mais quietão, ficava mais na minha. Depois de um tempo, fui tocar com uma dupla e chamei o Mariano para me acompanhar. Ele falou: “Será? Estou com vergonha”. Daí, ficamos treinando um fim de semana em casa, tocamos e aquela dupla acabou se desfazendo. Foi quando começamos a tocar nós dois em barzinho. Hoje, somos amigos, irmãos...
- Com essa convivência praticamente total, vocês nunca brigam?
Munhoz: A gente briga por coisinhas de trabalho, mas 10 minutos depois já está se abraçando, fazendo o outro rir.
Mariano: Como a gente tem uma amizade de anos, a gente se conhece a fio. De manhã, do jeito que eu olho para ele sei se ele está bom, se não está, se eu posso brincar ou não. Com isso a gente se respeita. A vida da estrada é muito desgastante, estressante, mas a gente sabe contornar tudo isso, sabe respeitar o espaço do outro. Irmãos a gente não escolhe, mas os amigos são basicamente os irmãos que a gente gostaria de ter. E nossa amizade é muito forte.
- Quais são as referências musicais que vocês trazem da infância?
Mariano: O nosso Estado é muito sertanejo. Mas os nossos ídolos são o Milionário e José Rico. A gente cresceu ouvindo Leandro e Leornado, João Paulo e Danil, Zezé Di Camargo Luciano, Chitãozinho e Xororó... que gostamos também, mas somos fãs incondicionais do Milionário e José Rico. E gostamos muito dessa galera nova: Jorge e Matheus, Jorge e Gustavo... É uma galera de muito talento.
Vocês são vaidosos?
Munhoz: Eu sou um pouco. Gosto de roupa, perfume, cabelo. Eu gosto muito de me cuidar, porque se eu não me cuidar, né? (risos). Também tenho muitas botas (ele tem mais de 30, no valor de R$2 a 5 mil).
Mariano: Eu malho por necessidade, não é por gosto. Até porque eu tenho muita tendência a engordar, então passar todos os dias comendo na estrada, essas porqueiras em hora errada, me faz engordar. Eu tenho que tentar manter do jeito que está, não por questão pessoal, mas por necessidade mesmo. Quando dá e estamos na cidade, vou pra academia. Mas às vezes não consigo. Tento malhar de 2 a 3 vezes por semana. O cabelo não tenho nenhum cuidado especial. Lavo com xampu normal e, se não tiver, lavo só com sabão de coco (risos).
- Vocês gostam de carro? Como foi conquistar um Camaro?
Munhoz: Sempre fui fã de carro. Eu tenho um Camaro e o Mariano também. Antes da musica, eu já havia procurado para comprar, só que na época não deu certo. Pensei: “Um dia ainda vou comprar esse carro para mim”. Depois que lançamos a música, explodimos de imediato e falei: “Agora não vou deixar de comprar, não” (risos). Eu já tinha comprado um Audi para mim, então pensei: “Perco esse daqui, mas o Camaro eu vou ter”. É uma paixão.
Com o sucesso, falamos muito de alegria, realização... Mas quando vocês choram?
Mariano: Choramos de saudade, da família, de casa, dos amigos. Choramos sozinhos no quarto do hotel. Ficamos muito tempo fora, então na hora que a saudade bate não tem jeito. Esse é um dos poucos lados negativos da carreira. São coisas pequenas, pois os positivos cobrem de longe, mas a saudade é um ponto que pega bastante.
Munhoz: Com certeza, a saudade. A saudade é matadora ela judia da gente. Eu nem volto para Campo Grande, estou ficando em Olímpia. Então, eu sinto saudade da minha vó, falo para pegar um avião. E, quando elas vêm, gosto de curtir com elas, com a minha mãe.
- Qual é o sonho de vocês atualmente?
Mariano: Meu primeiro sonho eu já realizei, que era aposentar os meus pais. O atual é continuar vivendo de musica, pois a gente sabe que o sertanejo universitário promove um sucesso passageiro e nós queremos continuar. A nossa vontade é construir uma carreira sólida, de sucesso, por mais tempo, não ficar só no Camaro Amarelo.
Munhoz: Meu sonho é continuar vivendo da música, fazer bem para minha família, mãe e avó. E ter tudo o que eu tenho vontade de ter. Na verdade, o sonho da gente nunca acaba.

Relembre as personalidades que morreram em 2012



 Jornalista, comentarista de economia e política do Grupo Bandeirantes, Joelmir Beting morreu no dia 29 de novembro, em São Paulo. Ele sofreu um acidente vascular encefálico hemorrágico, considerado "irreversível"

Aos 85 anos, o poeta Décio Pignatari morreu no dia 2 de dezembro depois de ter insuficiência respiratória e pneumonia aspirativa. Ele sofria de mal de Alzheimer

O arquiteto Oscar Niemeyer, ícone da arquitetura moderna e um dos brasileiros mais reconhecidos no mundo, morreu no dia 5 de dezembro, aos 104 anos. Ele ficou internado 33 dias no Hospital Samaritano, em Botafogo, zona sul do Rio de Janeiro, por causa de uma infecção urinária. Ele também teve uma infecção respiratória e respirava com a ajuda de aparelhos.

A atriz Thelma Reston no dia 20 de dezembro, no Rio de Janeiro. Ela, que lutava contra um câncer desde 2009, estava internada no hospital São Lucas da capital fluminense. O velório ocorreu no cemitério São João Batista, em Botafogo, na Zona Sul da cidade. O corpo da artista foi cremado

Claudionor Vianna Telles Velloso, mais conhecida pelos brasileiros como dona Canô, morreu aos 105 anos em sua casa, na cidade de Santo Amaro da Purificação no Recôncavo Baiano. A mãe de Caetano Veloso e Maria Bethânia foi internada no dia 15 de dezembro depois de sofrer um ataque isquêmico cerebral, que causa a redução do fluxo de sangue nas artérias do cérebro. Após seis dias internada, ela teve alta hospitalar no dia 21

Bob Weston, que tocou com a banda Fleetwood Mac nos anos 1970, morreu aos 64 anos. A polícia encontrou o corpo do músico em sua casa, no norte de Londres, após chamado dos vizinhos, no dia 6 de janeiro de 2012

Richard Alf, um dos fundadores da feira de quadrinhos e cultura pop Comic-Con, morreu aos 59 anos de câncer pancreático em San Diego, na Califórnia (EUA), no dia 7 de janeiro. Alf foi diagnosticado com a doença em dezembro de 2011

O diretor e ator Fernando Peixoto morreu aos 74 anos, em 15 de janeiro, em São Paulo. Ele teve complicações no seu tratamento contra um tumor no intestino

 A atriz Yedda do Rego Alves, morreu aos 83 anos, no dia 19 de janeiro, vítima de de câncer

A cantora norte-americana Etta James morreu aos 73 anos, no dia 20 de janeiro de 2012, vítima de leucemia. Ela foi diagnosticada com a doença em janeiro de 2011. Segundo a rede de notícias CNN, a cantora estava com os filhos e o marido ao seu lado no momento da morte

O ator inglês Simon Ward morreu no dia 20 de janeiro devido a uma doença não divulgada, segundo seus assessores. Ward ficou conhecido ao interpretar o primeiro-ministro da Inglaterra, Winston Churchill, no filme "Young Winston". Seu último trabalho foi na série "The Tudors", em que atuou até 2010

O cineasta grego Theo Angelopoulos, morreu aos 76 anos, no dia 24 de janeiro, após ser atropelado por uma motocicleta, enquanto trabalhava nas gravações de seu novo longa-metragem, "O Outro Mar"

O ator norte-americano James Farentino morreu em 25 de janeiro de 2012, em Los Angeles, aos 73 anos. Segundo o porta-voz de sua família, Bob Palmer, Farentino morreu de insuficiência cardíaca no hospital Cedars-Sinai. Na foto ele aparece na cena do filme "Evita Pero"

O ator americano Ben Gazzara morreu vítima de um câncer no pâncreas no dia 3 de fevereiro, em Manhattan, nos EUA. O ator estava internado no Bellevue Hospital Center. Gazzara participou dos filmes - "Crônicas de Um Amor Louco", "Anatomia de Um Crime" , "Matador de Aluguel" e o "O Grande Lebowski" que fez sua fama.

O cantor Wando, de 66 anos, no dia 8 de fevereiro, às 8h, após sofrer uma parada cardíaca irreversível.Ele estava internado no Biocor Instituto, hospital de Belo Horizonte (MG) onde Wando estava internado desde o dia 27 de janeiro

 A cantora e atriz norte-americana Whitney Houston morreu em 11 de fevereiro de 2012, aos 48 anos. Ela foi encontrada morta em seu quarto, no hotel Beverly Hilton, em Beverly Hills. A cantora se afogou acidentalmente em uma banheira após consumir cocaína

A atriz americana Zina Feeley, de 66 anos, morreu ao ser atropelada por dois carros quando parou na estrada de Griffith Park, em Los Angeles, para ajudar um animal ferido. O acidente aconteceu no dia 11 de fevereiro

Davy Jones, ator e vocalista da banda The Monkees, morreu aos 66 anos, no dia 29 de fevereiro, após sofrer um ataque cardíaco, na Flórida (EUA)

Lucio Dalla, um dos mais importantes cantores italianos, autor de sucessos internacionais como "Caruso", morreu no dia 1º de março em Montreux, na Suíça, aos 68 anos, após um ataque cardíaco. Dalla, que além de cantor era escritor e músico, estava na Suíça para uma série de concertos

O músico Greg Ham (à esq.), da banda de rock australiana Men At Work, foi encontrado morto no dia 19 de março, aos 58 anos, por um grupo de amigos em uma casa no subúrbio de Melbourne

 O humorista, ator e escritor Chico Anysio morreu no dia 23 de março, aos 80 anos, em decorrência de falência de múltiplos órgãos. Chico não resistiu a uma parada cardiorrespiratória. O enterro foi no Rio de Janeiro

A cantora Ademilde Fonseca, conhecida como a Rainha do Choro, faleceu em sua residência no Rio de Janeiro no dia 27 de março, aos 91 anos, após um mal súbito. Ademilde esteve entre as primeiras a cantar no ritmo do choro, ou chorinho, e ainda estava ativa após mais de 70 anos de carreira

 Morreu no dia 27 de março, aos 88 anos, o escritor Millôr Fernandes. Humorista, dramaturgo, desenhista, poeta e jornalista, ele faleceu em sua casa, no Rio de Janeiro, em decorrência de falência múltipla de órgãos. O velório foi realizado no cemitério Memorial do Carmo e depois cremado.

O jornalista Mike Wallace, do programa "60 Minutes" da CBS, morreu no dia 7 de abril, aos 93 anos em sua casa em New Haven (EUA). Ele já vinha enfrentando alguns problemas de saúde nos últimos anos

Marly Bueno morreu, aos 78 anos, no dia 12 de abril, no hospital Copa D'Or, na zona sul do Rio de Janeiro. A atriz foi internada após ter um problema intestinal e passou por uma cirurgia de emergência. Após a operação, Marly foi vítima de uma infecção

 Morreu, aos 66 anos, no dia 25 de abril, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, o sambista Carlos Roberto de Oliveira, o Dicró, que ganhou notoriedade com letras bem-humoradas e de duplo sentido. Dicró tinha diabete e foi enterrado no cemitério Parque Jardim de Mesquita, na baixada fluminense (RJ)

Morreu no dia 4 de maio, aos 91 anos, o cantor sertanejo José Perez, conhecido como Tinoco, da dupla Tonico e Tinoco. Com insuficiência respiratória, ele foi internado no Hospital Municipal Ignácio de Proença de Gouvêa, na Mooca, zona leste de São Paulo. Antes de morrer, Tinoco teve duas paradas cardíacas. Ele foi enterrado no Cemitério da Vila Alpina

O rapper Adam Yauch, o MCA dos Beastie Boys, morreu no dia 4 de maio, aos 47 anos. O músico travava uma batalha contra o câncer desde 2009. Yauch fundou os Beastie Boys, um dos maiores grupos de rap do mundo, em 1979 com Mike "Mike D" Diamond e Adam "Ad-Rock" Horowitz. Ele deixou a mulher Dechen e a filha Tenzin Losel

Responsável por alguns dos maiores hits da disco music, Donna Summer morreu em 17 de maio, aos 63 anos. A cantora sofria de câncer e estava vivendo na Flórida, nos Estados Unidos. Ela tinha sido diagnosticada com câncer havia 10 meses e apenas seu marido e filhos sabiam disso. A cantora foi velada e enterrada na cidade de Nasville

 O cantor Robin Gibb integrante do trio Bee Gees morreu aos 62 anos, no dia 20 de maio. O músico sofria de câncer no cólon e no fígado e estava internado em uma clínica em Londres. Em 2011, ele se submeteu a uma cirurgia para corrigir uma obstrução intestinal, o mesmo problema que em 2003 resultou na morte de seu irmão gêmeo, Maurice, também integrante dos Bee Gees

Um dos últimos membros do grupo americano The Platters, Herb Reed morreu no dia 5 de junho, em um hospital de Boston, aos 83 anos. O músico sofria de uma doença pulmonar crônica e deixou um filho e quatro netos. Nascido no Kansas, Reed fundou o Platters em 1952 com Tony Williams, David Lynch e Alex Hodge. "The Great Pretender" é um dos grandes sucessos cantados na voz do artista

 Escritor norte-americano de ficção científica, Ray Bradbury morreu no dia 5 de junho, aos 91 anos. Sua filha, A família não deu detalhes sobre a causa da morte. .Bradbury tinha sofrido um AVC recentemente e se locomovia com a ajuda de uma cadeira de rodas.

Morreu na noite do dia 11 de junho a atriz canadense Ann Rutherford, do filme "E o Vento Levou". Ela estava em sua casa em Beverly Hills, EUA, quando sofreu complicações cardíacas. Rutherford deixou uma filha e dois netos

O cineasta gaúcho Carlos Reichenbach morreu no dia 14 de junho, dia em que completou 67 anos, em São Paulo. SEle sofreu uma parada cardíaca e foi levado à Santa Casa de Misericórdia, mas chegou morto. O velório do corpo do cineasta foi realizado no Museu da Imagem e do Som (MIS), em São Paulo 

A diretora, escritora e roteirista Nora Ephron morreu aos 71 anos no dia 26 de junho. A notícia foi dada pelo jornal "Washington Post" e logo confirmada por outros veículos. O agente da cineasta, Bryan Lourd, havia dito mais cedo à rede de TV ABC que ela estava "muito doente com leucemia"

O ator norte-americano Michael Clarke Duncan, famoso por interpretar John Coffey no filme "À Espera de Um Milagre", morreu no dia 3 de setembro, aos 54 anos. Duncan sofreu uma parada cardíaca no dia 13 de julho e estava em tratamento desde então

 O cofundador da banda Deep Purple e tecladista Jon Lord morreu aos 71 anos de embolia pulmonar. Ele sofria de câncer no pâncreas e estava cercado pela família quando morreu numa clínica de Londres

O ator norte-americano Morgan Paull morreu nesta no dia 17 de julho, aos 67 anos, de câncer no estômago na cidade de Ashland, Oregon. Ele ficou conhecido por ser morto por um replicante na primeira cena de "Blade Runner - O Caçador de Androides" (1982), de Ridley Scott. As informações são do site Hollywood Reporter 

O cantor Marcos Roberto, de 71 anos morreu no dia 21 de julho devido a falência múltipla dos órgãos. O cantor estava internado no Hospital Municipal Antônio Giglio, na cidade de Osasco, em São Paulo. O enterro aconteceu no Cemitério Santo Antônio

O guitarrista, cantor e compositor Celso Blues Boy, que chegou a gravar um álbum com o americano B.B. King, morreu no dia 8 de julho em Joinville, em Santa Catarina, aos 56 anos de idade. O músico morreu em consequência de um câncer na garganta

Sage Stallone (à esq.), filho do ator Sylvester Stallone, foi encontrado morto em sua casa em Los Angeles no dia 13 de julho. Ele morreu devido a uma doença cardíaca. O jovem foi enterrado no cemitério Westwood Village Memorial Park, em Los Angeles

A atriz Angharad Rees, famosa por seu papel na série "Poldark", sucesso nos anos de 1970, morreu aos 63 anos no dia 27 de julho após uma longa luta contra um câncer no pâncreas. As informações são do site "Daily Mail"

O compositor Marvin Hamlisch, vencedor do Oscar de melhor trilha sonora e melhor canção original por "The Way We Were" em 1973, morreu aos 68 anos em Los Angeles, nos Estados Unidos. Hamlisch sofreu um colapso após ficar levemente doente há alguns dias

Morreu aos 68 anos, o cantor e instrumentista Antônio José Waghabi Filho, o Magro do quarteto MPB4, no dia 8 de agosto. Ele estava internado no Hospital Santa Catarina, na Bela Vista, centro de São Paulo, onde recebia o tratamento contra um câncer. O músico foi cremado no Crematório da Vila Alpina

O ator de televisão William Windom morreu em sua casa na Califórnia, nos EUA, de insuficiência cardíaca congestiva na no dia 16 de agosto. Ele tinha 88 anos

O cantor norte-americano Scott McKenzie, famoso pela canção "San Francisco (Be Sure to Wear Flowers in Your Hair)", um hino da contracultura da década de 1960, faleceu em Los Angeles aos 73 anos. Ele sofria de síndrome de Guillain-Barre, uma doença que afeta o sistema nervoso

O compositor Hal David morreu aos 91 anos em função de complicações após um acidente vascular cerebral na no dia 1 de setembro, em Los Angeles, EUA

O ator Stephen Dunham morreu aos 48 anos no dia 14 de setembro, depois de sofrer um ataque cardíaco dias antes. Dunham faleceu no mesmo dia em que nasceu em 1964

O cineasta e produtor britânico Tony Scott, que dirigiu filmes como "Top Gun - Ases Indomáveis", se suicidou no dia 19 de setembro aos 68 anos ao se jogar de uma ponte de San Pedro, Califórnia, informou o Instituto Médico Legal de Los Angeles.

O baterista da banda "Generation Esmeralda", Brad Parker, morreu no dia 23 de setembro após sofrer uma parada cardíaca enquanto fazia um show em Minas Gerais. Parker, de 59 anos, tocava com seu grupo, que é a versão atual da banda franco-americana Santa Esmeralda, no município de Ubá, quando caiu sobre sua bateria. O músico foi enterrado na Califórnia

 O ator paulistano Abrahão Farc morreu aos 75 anos em São Paulo. Ele foi sepultado no Cemitério Israelita de São Paulo na tarde do dia 24 de setembro

 Andy Williams, cantor de "Moon River", música-tema do filme "Bonequinha de Luxo" (1961), morreu na noite do dia 25 de setembro, com 84 anos. O cantor morreu em sua casa em Branson, no estado de Missouri, nos Estados Unidos, depois de uma longa batalha contra um câncer de bexiga

Herbert Lom, ator conhecido pelo papel de chefe do Inspetor Clouseau (Peter Sellers) nos filmes da série "A Pantera Cor de Rosa", morreu aos 95 anos, enquanto dormia, no dia 27 de setembro

A apresentadora Hebe Camargo morreu na madrugada do dia 29 de setembro, aos 83 anos, após sofrer uma parada cardíaca em sua casa, no Morumbi, em São Paulo. Hebe lutava contra um câncer no peritônio, diagnosticado em janeiro 2010. O velório da apresentadora aconteceu no Palácio dos Bandeirantes, no Morumbi. O enterro foi no cemitério Gethsemani, no Morumbi


Alberto Alves dos Santos, sambista da escola de samba paulista Mocidade Alegre conhecido como Seu Beto, morreu no dia 8 de outubro, de câncer

O ator Leo O'Brien, que atuou no filme "O Último Dragão" (1985), morreu aos 41 anos. As causas da morte ainda não foram esclarecidas, mas legistas afirmam que o ator morreu no dia 10 de outubro

Helio Laurindo da Silva, mais conhecido como Mestre Delegado, presidente de honra da escola de samba Estação Primeira de Mangueira, morreu no 12 de outubro, no Rio de Janeiro aos 90 anos. A causa da morte não foi divulgada. O enterro aconteceu no Cemitério do Caju, no Rio de Janeiro

O ator John Clive, que trabalhou nos filmes "Laranja Mecânica", "The Italian Job" e "A Nova Transa da Pantera Cor de Rosa", morreu aos 79 anos, após ficar doente

A atriz holandesa Sylvia Kristel, famosa em todo o mundo como a protagonista do filme erótico "Emmanuelle", de 1974, morreu em sua casa, em Amsterdã, no dia 17 de outubro, vítima de câncer

A atriz Regina Dourado, morreu no dia 27 de outubro, aos 59 anos, no Hospital Português, em Salvador. A atriz lutava contra um câncer de mama desde 2003 e não resistiu às complicações causadas pela doença. O corpo foi cremado no cemitério Jardim da Saudade, na Bahia

A cantora Carmélia Alves (segunda à esquerda), que ficou conhecida como rainha do baião, morreu no dia 3 de novembro, em decorrência de uma falência múltipla de órgãos. O corpo foi enterrado no cemitério do Pechincha, no Rio de Janeiro

O diretor e ator Marcos Paulo morreu no dia 11 de novembro, aos 61 anos, em virtude de embolia pulmonar, em sua casa no Rio de Janeiro. O corpo do artista foi cremado no Memorial do Carmo, na capela 1, no Rio de Janeiro. Marcos Paulo iniciou tratamento em maio de 2011, quando foi detectado com câncer. Em agosto, o diretor passou por uma cirurgia para retirada do tumor e ficou 20 dias internado

Morreu no dia 15 de novembro, aos 88 anos, o ator Octácio da Silveira, conhecido como Silveirinha. Octácio, que há quatro anos sofria de isquemia, morreu de falência múltipla dos órgãos, depois de sofrer de insuficiência renal e hemorragia digestiva

O ator Larry Hagman, que ficou famoso por viver o vilão J.R. Ewing na série televisiva "Dallas" e por integrar o elenco de "Jeannie é um Gênio", morreu no dia 23 de novembro, aos 81 anos, em decorrência de complicações surgidas em sua luta contra o câncer

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